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Estudo da carta aos Romanos - Capítulo 14 (Explicação, análise e esboço)

 

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 CARTA DE PAULO AOS ROMANOS - CAPÍTULO 14.1-23


Introdução

Os capítulos anteriores (12 e 13) mantiveram uma forte ênfase na questão do amor em relação aos outros, então, parece natural que Paulo prossiga demonstrando através de um exemplo o que significa a vida do crente em amor. Vai observar o modo de vida de cristãos em Roma; uns eram mais amadurecidos na fé (fortes), mas outros, ainda não tinham sua fé consolidada (fracos), e por isso corriam riscos de serem ou se escandalizarem pelas atitudes daqueles. Paulo não está levantando questões em torno de caráter, e sim da fé “quanto ao que está enfermo na fé, recebei-o...” (v.1), ou seja, aceitai aquele que (ainda) é fraco na fé, mas sem repreensões, sem preocupação de debates e discussões inúteis sobre questões controversas. Paulo inicia este trecho mostrando o que é uma atitude de maturidade espiritual - acolher quem é fraco na fé, não, porém, para discutir opiniões! (ou seja, questões secundárias inúteis).

Acreditamos que o que Paulo pretende demonstrar é que ainda existem cristãos (imaturos), não por falta de temperança ou domínio próprio, mas porque estes ainda têm certas indecisões na sua vida de fé... Isso, se deve à falta de uma consciência mais madura e esclarecida, por não terem amadurecido na fé e conhecimento.

 Dica de estudo:

 Leia primeiro o capítulo 14 de Romanos na sua Bíblia; depois os textos complementares de apoio.


Análise do texto – Vers. 1–23

 (1)     Ora, quanto ao que está enfermo (fraco) na fé, recebei-o (acolham-no), não em contendas sobre dúvidas (discutir opiniões e questões secundárias não essenciais à fé). Porque um crê que de tudo se pode comer, e outro, que é fraco (na fé), come legumes (ou vegetais). O que come (de tudo) não despreze (ou menospreze) o que não come; e o que não come, não julgue (não deve condenar) o que come; porque Deus o recebeu por seu (i.e. Deus o acolheu como ele é, com suas fraquezas e limitações). Quem és tu, que julgas o servo alheio? Para seu próprio senhor ele está em  pé  ou  cai. Mas estará firme, porque poderoso é Deus para o firmar (manter em pé; sustentar). Um faz diferença entre dia e dia (acha que existem dias mais importantes; ou mais sagrados que outros), mas outro julga (entende que são) iguais todos os dias.  Cada um  esteja inteiramente seguro em sua própria mente (tenha opinião definida; clara em sua mente). Aquele que faz caso do dia (que pensa que existem dias mais importantes; ou, um dia especial), para o Senhor o faz e o que não faz caso do dia para o Senhor o não faz. O que come (de tudo), para o Senhor come, porque dá graças a Deus; e o que não come, para o Senhor não come, e graças a Deus. Porque nenhum de nós  vive  para  si,  e nenhum morre para si. Porque, se vivemos, é para o Senhor que vivemos; se morremos, para o Senhor morremos. De sorte (independente de) que, ou vivamos ou morramos, somos do Senhor. Porque foi para isto (para esse fim) que morreu Cristo, e ressurgiu, e tornou a viver, para ser Senhor, tanto dos mortos, como dos vivos. Mas tu, por que julgas teu irmão? Ou tu,  também, por que desprezas teu irmão? Pois todos havemos de  comparecer ante  o tribunal de Cristo. Porque está escrito: Como eu vivo, diz o Senhor,  que  todo  o joelho se dobrará  a mim,  E toda a língua confessará (dará louvores) a Deus. De maneira que cada um de nós dará conta (prestará contas) de si mesmo a Deus. (Romanos 14.1-12 – ACF)

 

Na introdução deste capítulo estabelecemos a questão levantada por Paulo desde o versículo 1 – como lidar com a questão dos mais fracos na fé? Recebendo-o, acolhendo-o. Muitos dos conflitos entre irmãos cristãos se devem a questões inúteis, sem propósito e que acabam causando angústia, tristeza, dor, etc. Paulo inicia mostrando que devem ser aceitos e acolhidos todos, ainda que sua fé não esteja plenamente consolidada e neste caso, tratam com excessos questões que para aqueles mais fortalecidos não têm tanta importância. Por outro lado, podemos ver que muitas vezes se confunde intolerância e espírito de crítica, com o amor e zelo, este sim deve ser demonstrado com atitudes de compreensão e esclarecimento para que possamos ser instrumentos do Senhor no aperfeiçoamento daqueles que estão apenas iniciando na sua caminhada de fé, ou que estão tendo dificuldades em amadurecer (Hb 5.12,13). A debilidade ou fraqueza na fé não é um pecado e sim uma clara evidência de que aquele irmão precisa ser consolidado e fortalecido no Espírito, e muitas vezes, os instrumentos para esse propósito somos todos nós (os que são mais fortes) em relação aos outros, os mais imaturos. Precisamos acolher em amor e promover a comunhão. Não pode existir desprezo por aqueles cujas atitudes demonstram a fraqueza de fé, ou seja, a imaturidade de consciência para certas questões, como o que se pode ou não comer, ou fazer, ou observar... (a comida aqui é usada como exemplo de regras e normas culturais e de higiene da época). Seja o que “come de tudo”, ou o que se preserva em certos alimentos, deve existir respeito e aceitação, principalmente nas questões que não são primordiais à salvação; essenciais à fé.

Uma outra questão que Paulo levanta, está relacionada a festas (como lua nova), ou dias sagrados, importantes ou especiais. A pergunta que deve nos orientar nestes casos: “Isto é de fato importante, glorifica a Deus, foi santificado, ordenado por Deus?” Por que precisamos indagar sobre isto? Porque muitas vezes temos a tendência de espiritualizar ou exacerbar aquilo que Deus e Sua Palavra apenas estabelecem como princípio para conduzir a vida de fé de seus filhos, e muito, tornam isso como uma doutrina ou até mandamento absoluto. A igreja havia estabelecido o primeiro dia da semana como “O Dia do Senhor”, o dia da ressurreição (Lc 24.1-9) e os discípulos passaram a reunir-se para o partir do pão neste dia (At 20.7); ofertas eram levantadas neste dia como os coríntios faziam (1 Co 16.2), então o primeiro dia, o dia do Senhor passou a ser importante na igreja do primeiro século. O detalhe é que em vez de ser uma obrigação (mandamento) como era o sábado judeu, era um dia de descanso dos afazeres e um privilégio de poderem dedicá-lo ao louvor do Senhor e comunhão dos crentes, estabelecido como um princípio na caminhada do crente (fazia parte do viver daqueles crentes) – descanso, prazer em ter um dia que significasse mais que uma ordem e sim um modo de vida do adorador. Contudo, muitos, ainda na velha prática condenavam a não observância do sábado, mas em nenhum lugar do Novo Testamento existe a ordem de guardar o sábado, nem Jesus afirmou isso. À semelhança do alimento, aquilo que é dedicado e aprovado (aceito) pelo Senhor não deve nos afastar da comunhão ainda que não atendamos para as mesmas coisas. Se Deus nos aceita como somos quem somos nós para julgar nossos irmãos sobre o que fazem ou deixam de fazer? Se Deus não os condena ou disciplina por isso, não somos nós que o devemos fazer. Afinal, nenhum de nós vive para si mesmo, por isso, em tudo devemos ser agradecidos a Deus. Somos todos do Senhor, seus servos, é Ele, o Único que tem poder para determinar o que pode ou não em nossas vidas. O Espírito Santo fará isso e podemos ver que Deus manterá na fé (no caminho) tanto um como o outro, seja um forte e o outro fraco, ambos lhe pertencem. Além disso, existe o fato que todos seremos julgados ante o Tribunal de Cristo1 e este não é para julgar ímpios e sim os crentes e suas obras. Sejam fracos ou fortes, sendo salvos, todos comparecerão para prestar contas a Deus de sua conduta na vida pessoal e no serviço ao Senhor. Percebamos que as contas serão prestadas a Deus e não uns aos outros. Não é isso que muitas vezes temos feito como igreja? Agimos sem autoridade e conhecimento e interferimos em questões que são entre nós e Deus. Precisamos orar sim uns pelos outros, apoiarmo-nos, mas nos preocuparmos mais com nossa conduta pessoal em relação a Deus e nossos irmãos, do que avaliarmos e julgarmos a deles.

 

(2)    Assim que não nos julguemos mais uns aos outros (abandonar o costume de julgar); antes seja o vosso propósito (tomem a decisão de) não pôr tropeço (obstáculo; ou estorvem) ou escândalo ao irmão. Eu sei, e estou certo no Senhor Jesus, que nenhuma coisa (ou alimento) é de si mesma imunda, a não ser para aquele que a tem por imunda (que pensa ou considera que é imunda ou impura); para esse é imunda (impura). Mas, se por causa da comida (daquilo que se come) se contrista (se entristece) teu irmão, já não andas conforme o amor. Não destruas (teu irmão) por causa da tua comida aquele por quem Cristo  morreu.  Não  seja, pois, blasfemado (difamado) o vosso bem (que consideram bom); Porque o reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e  alegria  no  Espírito Santo. Porque quem nisto serve a Cristo agradável é a Deus e aceito (aprovado;)

estimado) aos homens. Sigamos (promovamos), pois, as coisas que servem (contribuem) para a paz e para a edificação (aperfeiçoamento) de uns para com os outros. Não destruas por causa da comida a obra de Deus. É verdade que tudo é limpo (puro), mas mal vai para o homem que come com escândalo (ou seja, não é bom quando alguém come algo que causa escândalo, vergonha; ou alguém vir nisso um motivo de escândalo). Bom é não comer carne, nem beber vinho, nem fazer outras coisas em que teu irmão  tropeceou se escandalizeou se enfraqueça. Tens tu fé? Tem-na em ti mesmo diante de Deus. Bem-aventurado aquele que não se condena a si mesmo naquilo que aprova (sua consciência não pesa ou acusa). Mas aquele que tem dúvidas, se come está condenado, porque não  come  por  fé  (não está crendo de forma madura ainda em questões como essa); e tudo o que não é (ou não provém) de é pecado. (Romanos 14.13-23 ACF)

Com a expressão “não nos julguemos mais uns aos outros” (v.13), o apóstolo vai estabelecer neste trecho argumentação forte para que o costume de críticas, preconceitos e julgamentos, seja abandonado. Ao invés de julgamentos inúteis devemos sim ter o cuidado de não levar ninguém a tropeçar (cair), ou escandalizar-se. Primeiro falou-nos em acolher os fracos, agora estabelece que, práticas que geram dissensões e conflitos, não devem fazer parte da vida cristã, sob o risco de destruir a vida de muitos que não terão a fé consolidada suficiente para lidar com questões de desprezo, repúdio, crítica, etc. Qual a relevância da “comida” (ou algo semelhante), para que um irmão seja ofendido por isso? Entristecê-lo e até levando-o a pecar, isso sim é sério! Mas, em relação ao comer, tudo o que comemos é santificado pela oração (1Tm 4.5). Coisas secundárias à legítima devem ser colocadas nessa posição - secundária. Não estou afirmando que não existam, mas que devem ser relegadas a segundo plano para não destruírem a fé de ninguém. Um exemplo para esclarecer isso: Se alguém acha errado comer carne de porco (porque não deve ou não gosta, ou outro motivo), então, para essa pessoa é errado e pronto! Não se deve forçar ou argumentar sem propósito, senão estaremos indo contra a sua própria consciência; se para outros é lícito, muito bem, então coma, mas em tudo graças e não cause escândalo, ou seja, aquilo que é bom para vocês não se torne um motivo para maledicência. O que Paulo está demonstrando é que devemos dar mais valor aos nossos irmãos do que à carne de porco ou de cobra ou de tatu, etc., que eles comem. Quando Paulo fala de pureza ou impureza referindo-se a essas questões, são de fato as secundárias, aquelas que não interferem na qualidade moral (como por exemplo “alimentar-se” de conteúdo pornográfico, imoral), ou espiritual e delas não depende a salvação de ninguém. O apóstolo vai além asseverando a qualidade do reino de Deus que não se baseia em aparências externas e sim no amor gerado em nossos corações que produz verdadeira paz e alegria no Espírito. Paz e edificação (aperfeiçoamento) caminham juntas na vida cristã; se estamos em paz crescemos na de forma saudável e eficaz, com entendimento, sabedoria e presença do Espírito Santo. Motivos de tropeço e escândalo em nada cooperam para essa paz e edificação. Nesse sentido é muito melhor abstermo- nos de “comer carne e beber vinho” (v. 21), do que ofendermos a um irmão fazendo-o enfraquecer (perder a paz), ainda mais levando-o a cair. Às vezes, aqueles que estão fortalecidos (consciência amadurecida e esclarecidos), precisam (em amor) entender que, abrir mão de certos direitos e privilégios pelo bem de outro, é um preço pequeno a pagar por uma alma que Deus também ama como a nós mesmos. A liberdade de consciência deve existir no meio cristão, sem acusações ou julgamentos e o apóstolo mostra isso, afirmando que “seja qual a for a tua doutrina ou forma de acreditar nestas questões, guarda-a com convicção (não ostentes isso de forma desnecessária e até inútil diante dos que podem ser fracos), é assunto entre você e Deus...” (v.22). Precisamos lembrar que bem-aventurado, antes de não se condenar, é todo aquele que evita que outros tropecem e caiam. O não crer (ou não ter consciência) que algo é lícito, que não provém de fé pode ser pecado? Sim, porque aquilo que um ser humano faz sem que ele tenha plena certeza de que é lícito (ou pode fazer), para ele constitui-se pecado. Com o passar do tempo e com amor e dedicação, ele será esclarecido e sua fé fortalecida e espiritualmente ele amadurecerá, deixará de ser “menino” (1Co 3.11; 14.11; Ef 4.14; Hb 5.13).

Que todos nós possamos crescer na graça e conhecimento do Senhor (2Pe 3.18), e chegarmos a uma medida de estatura de fé sólida e consciência pura que de nada possamos ser acusados, nem por nossa consciência, nem por outros irmãos e muito menos, pelo inimigo.

 Deus vos abençoe e vos guarde...


Por Ricardo Sousa


Dicionário bibliográfico: 

1 “Tribunal de Cristo” (gr. “Bêmatos tou Christou”) – as obras dos crentes (santos salvos de todos os tempos) serão julgadas após o arrebatamento da Igreja e cada um receberá galardão (recompensa; louvor, reconhecimento) de acordo com o propósito e motivação com que serviu ao Senhor (2Co 5.10). O apóstolo Paulo mostra como será conduzida a avaliação das obras neste tribunal (1Co 3.10-15). Ainda que este não seja um momento para condenação para nenhum dos que comparecerem, precisamos ter em mente que todos nós seremos responsáveis perante nosso Senhor e será muito triste e vergonhoso, estarmos perante o Juiz Justo, não tendo nada de bom para apresentar e sermos salvos apenas pela sua misericórdia, sem direito a galardão, “salvos como que pelo fogo” (1Co 3.15).


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Meu desejo é que a partir de hoje você intensifique seu  dia a dia com a palavra. Se quiser leia as dicas para uma leitura bíblica eficaz que separei para você. Tenho certeza que te ajudará nesta caminhada.
Deus abençoe!



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Análise da carta aos Romanos - Capítulo 13 (Explicação, Estudo e esboço)


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EPÍSTOLAS AOS ROMANOS CAPÍTULO 13 - ESTUDO

Introdução:  Neste capítulo Paulo alerta sobre a importância de submetermos a liderança, governo e autoridades. Fica muito evidente que o Senhor tem propósito ao levantar líderes, reis e governantes sobre nós. Paulo afirma que estes são ministros de Deus (v.4), e quem resiste a autoridade constituída, resiste à ordenação divina.

É preciso entender os princípios da vida do cristão e saber que é necessário cumprir não apenas com obrigações espirituais e eclesiásticas, mas também sermos bons cidadãos e exemplos para a sociedade.

O capítulo ainda fala de dois assuntos importantíssimos; Amor ao próximo e esperar a vinda do Senhor Jesus. Que este estudo seja de edificação e orientação espiritual para você.


(1)" Todos devem sujeitar-se às autoridades superiores; porquanto, não, há autoridade que não venha de Deus; e as que existem foram ordenadas por Ele. Portanto, quem se recusa a submeter-se à autoridade está se colocando contra o que Deus instituiu, e aqueles que assim procedem trazem condenação sobre si mesmos. Porque os governantes não podem ser motivo de temor para os que praticam o bem, mas para os que fazem o mal. Não queres sentir-se ameaçado pela autoridade? Faze o bem, e ela o honrará. (Romanos 13:1-3| KJA)


 Todo homem deve entender este princípio divino: a submissão. Quando falamos sobre este assunto, gera até um desconforto em alguns por  não compreenderem a vontade Deus e o significado de ser submisso. Quando Paulo pede para os romanos serem submissos, não está incentivando para que eles tenham uma obediência cega para com as autoridades, mas sim que eles entendam que todos os governantes e líderes tem uma missão, e que eles ( nós também enquadramos nisso) devem ajudá-los nisso. Quando somos rebeldes e inflexíveis desagradamos ao Senhor, pois a rebelião é uma das obras da carne (Gálatas 5:19-21) e quem vive sobre o domínio dela jamais verá o seu reino (Reino de Deus). Nos versículos dois e três Paulo ensina que aquele que se opõem a autoridade constituída está lutando diretamente contra algo que Deus estabeleceu. Aqueles que agem corretamente e fazem o bem, não devem temer as autoridades. O próprio Senhor Jesus nos ensinou sobre isto quando estava diante de Pilatos:

“Então, Pilatos o advertiu: Não me respondes? Não sabes que tenho autoridade para te soltar e autoridade para te crucificar? Respondeu Jesus: Nenhuma autoridade terias sobre mim, se de cima não te fosse dada; por isso, quem me entregou a ti maior pecado tem.”(João 19:10-11).

 O nosso Mestre estava diante de uma autoridade e quando Pilatos disse que tinha autoridade para soltar ou crucificar Jesus, ele respondeu que sabia que a autoridade que este possuía vinha de Deus. Foi assim durante todo o ministério de Cristo na terra, observe que quando ele curava um leproso manda o mesmo ir ter com o sacerdote, mostrando mais uma vez que ainda que fosse o Filho de Deus estava cumprindo a lei e reconhecendo as autoridades instituídas na época. Vivemos tempos muito parecido com este, pois alguns decretos, leis e instruções não queremos obedecer, porém se tal lei ou ordem é para ordem e não fere princípios bíblicos e divinos, devemos obedecer e sermos exemplo para o mundo.


 (2) ‘’Pois ela serve a Deus para o teu bem. Mas, se fizerdes o mal, teme, pois não é sem razão que traz a espada. É serva de Deus, agente da justiça para punir quem pratica o mal. Portanto, é imprescindível que sejamos submissos às autoridades, não apenas devido à possibilidade de uma punição, mas também por causa da consciência.’’ (Romanos 13:4-5| KJA).

De uma maneira ou de outra as autoridades servem a Deus. Mesmo que saibamos que existem líderes maus e corruptos, devemos lembrar que o controle de todas as coisas está nas mãos de Deus. Nada acontece sem o aval ou permissão Dele. A palavra nos diz que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que ama a Deus (Romanos 8:28), inclusive nossos líderes, chefes e pastores. Deus usou o próprio Faraó para cumprir seus designos e tirar seu povo do Egito. Com isso devemos entender que Deus usa os governos e autoridades com propósitos sobre a terra. Paulo explica que a obediência não deve ser por medo, mas por consciência, nos levando a entender que tudo que fizermos é porque somos conscientes da verdade e do papel de cada um na terra e não por medos de consequências advindas da desobediência.


(3) Por esta razão, igualmente pagais impostos; porque as autoridades estão a serviço de Deus, e seu trabalho é zelar continuamente pela sociedade.  Dai a cada um o que lhe é devido: se imposto, imposto; se tributo, tributo; se temor, temor; se honra, honra. (Romanos 13:6-7| KJA).

Certa vez um pastor me contou um episódio que aconteceu em sua vida e lhe marcou profundamente. Ele conta que foi no mercado e por ser perto de sua casa acabou levando seu filho pequeno sem cinto no banco da frente do carro, ele não esperava que logo em frente tivesse uma blitz que o abordou . Quando o guarda se aproximou o referido pastor disse; “ Seu guarda eu sei que é errado o que estou fazendo, meu filho deveria estar no banco de trás e com cinto, eu também sou militar e conheço bem o sargento tal e o tal, além de tudo isso eu sou pastor, pode me liberar?  O Guarda aproveitou a  oportunidade e disse: Você é pastor? Então deveria dar exemplo para os outros. O pastor ficou tremendamente envergonhado e não sabia o que falar. É obvio que foi multado e também aprendeu a lição de que devemos não só conhecer a lei, mas também cumpri-la. As autoridades estão a serviço da sociedade e zelam pelo bem da mesma, e devemos pagar impostos, tributos e honrar aqueles que são dignos de honra.


(4) ‘‘A ninguém fiqueis devendo coisa alguma, a não ser o amor fraterno, com que deveis vos amar uns aos outros, pois aquele que ama seu próximo tem cumprido a Lei. Porquanto os mandamentos: “Não adulterarás”, “Não matarás”, “Não furtarás”, “Não cobiçaras”, bem como qualquer outro preceito, todos se resumem neste mandamento: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo”.  O amor não faz o mal contra o próximo. Portanto, o amor é o cumprimento da Lei (Romanos 13:8-10| KJA).

O dever de todo o homem não deve ser para com a lei e nem autoridade, a nossa maior missão é o amor ao nosso próximo. Paulo afirma que aquele que ama, já cumpriu a lei. Pois se amamos o nosso próximo não faremos nada contra ele, pois o maior de todos os mandamentos é amar a Deus sobre todas as coisas e amar o nosso próximo como a nós mesmos. E se eu me amo, vou me causar mal? De maneira nenhuma. O amor deve ser o centro de nossas atitudes, relacionamentos e amizades. O mundo sofre pela falta de amor, existem pessoas carentes não de comida e pão, mas de afeto e amor. O que temos feito?Alguém próximo de nós pode estar precisando de um conselho, uma palavra ou um abraço, mas estamos tão atarefados que nem percebemos. Peça para Deus sensibilidade, para que voe consiga amar sem reservas e olhar mais para os necessitados a sua volta.


(5) ‘‘Fazei desta maneira, discernindo o tempo em que vivemos. Pois que já é hora de despertardes do sono; porque agora a nossa salvação está mais próxima do que quando cremos. A noite vai passando e chegando ao seu final; o dia logo alvorecerá. Portanto, abandonemos as obras das trevas, e revistamo-nos da armadura da luz. Vivamos de modo decente, como em plena luz do dia, não em orgias e bebedeiras, não em imoralidade sexual e depravação, não em desavenças e invejas.  Ao contrário, revesti-vos do Senhor Jesus Cristo; e não fiqueis idealizando como satisfazer os desejos da carne. (Romanos 13:11-14| KJA).

Fazei desta maneira.... Paulo então nos dá as diretrizes para um verdadeiro viver cristão. Precisamos aproveitar melhor nosso tempo pois a salvação está próxima, muita mais perto do que quando aceitamos a fé. Devemos estar focados na volta do Senhor Jesus e vivendo com um verdadeiro salvo, tendo obras de um cristão convertido e dedicado ao Senhor.


A noite vai passando e chegando ao seu final;... O tempo passa rápido demais, então devemos aproveitá-lo e utilizá-lo com diligência. Todos os nossos dias estão escritos no livro do Senhor, e ao findar destes, daremos conta de todos eles, inclusive de nossas obras e atitudes feitas neste mesmo tempo. Isto te preocupa ou te conforta? Pense nisso e ore neste sentido. Se tiver coisas a melhorar, não deixe para amanhã. O dia em que devemos fazer o que é certo é hoje.


Vivamos de modo descente.... Somos filhos de Deus e embaixadores do seu reino aqui na terra. Será que a forma que temos andado é condizente com a posição que temos? Devemos sim avaliar cada atitude, postura e termos plena convicção de que somos benção, e não motivo para que pessoas desacreditem em Deus e em sua palavra. Andemos, falemos e vivamos como servos de Deus prudentes e fiéis.


Ao contrário, revesti-vos do Senhor Jesus Cristo;..... Temos alguém para imitar; Jesus o Filho de Deus. Ele é modelo ideal para nos espelharmos. Sua trajetória terrena foi marcada por obediência, propósito, amor e entrega. Se nos dedicarmos a Deus e a sua palavra, não sobrará espaços para pensarmos em pecados e coisas que não edificam. Tudo começa com o pensamento e nosso coração. Que venhamos dar ênfase nas coisas espirituais que nos edificam e nos levam para mais perto de Deus.

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ANÁLISE DO EVANGELHO DE JOÃO – CAPÍTULO 07 (Explicação/ Estudo/Esboço)

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ANÁLISE DO EVANGELHO DE JOÃO – CAPÍTULO 07

INTRODUÇÃO: O capítulo mostra o drama vivido pelo mestre Jesus. No final do capítulo seis, vimos que alguns de seus “seguidores” tornaram para trás e deixaram de segui-lo, neste agora notaremos a incredulidade de pessoas próximas ao Mestre. Isso talvez trará conforto para quem está firme na igreja e algum familiar seu ainda não segue a mesma fé. Não podemos desanimar ante a afronta que por ventura recebemos por nossa fé em Cristo. Jesus sendo o Filho de Deus passou por muitos momentos tristes e amargos, o evangelho de João retrata esses momentos de dores para mostrar a humanidade do Messias. Mesmo sendo totalmente Deus, ele foi totalmente homem, Ele nunca usou seus poderes divinos para se defender de ataques ou aliviar suas dores. O que movia Jesus era a obediência e a dependência do Pai, assim foi desde o seu nascimento, até suas ascensão ao Céu.

Análise do texto – Vers. 1 ao 9.
Expressões-chave: Festa dos tabernáculo ,lei , Moisés,circuncisão, águas vivas.
Fica cada vez mais evidente as conspirações para prenderem e matarem Jesus. Ele bem sabia em que lugar deveria ir, porém sabia que ainda não era tempo de ser preso ou morto. Veja que os próprios judeus eram o “centro” dessas objeções(desejo de prender e matar o Messias), por isso o capítulo inicia relatando que Jesus evitava andar agora pela Judéia.
A Festa dos Tabernáculos acontecia 6 meses após a festa da Páscoa. Era uma das três festividades mais importantes do ano judaico, e em Jerusalém celebrava-se durante oito dias. Peregrinos judeus de todas as partes do mundo do romano e parto afluíam para lá. Os homens ficavam em barracas construídas sobre o teto das casas ou em um outro lugar, comemorando a fidelidade de Deus para com o seu povo quando habitavam em barracas no deserto. Esta festa era conhecida por sua celebração jubilosa.
No versículo três em diante surgem os irmãos de Jesus (familiares) tentando dizer o que Jesus deveria fazer. Note que eles dizem: “Vá para a Judéia”. Justamente o lugar onde o Messias estava evitando ir para evitar transtornos e confusões. Obviamente que os discípulos que precisavam ver “sinais” não são aqueles que posteriormente tornaram-se apóstolos, mas muitos dos seguidores que não seguiam o Mestre confiando verdadeiramente em suas palavras e pregações.
No versículo quatro tratam Jesus com palavra irônica, dizendo que o que Ele fazia era para ser conhecido, e se Ele fazia para tal não deveria permanecer oculto. Para um homem comum agarrado com a vaidade, esta seria uma ótima ideia, porém nós sabemos que Jesus não queria glória para si mesmo, todas as obras e sinais eram para apontar e glorificar o Pai. Esse incentivo “mostra-te ao mundo”, proferido por seus irmãos, assemelha-se muito com a tentação de Jesus em Mateus 4. Jesus tinha propósitos, não queria a glória deste mundo.
A expressão: Nem mesmo seus irmãos criam nele poderia ser pelo mesmo motivo dos quais hoje, filhos de “crente “ não serem de fatos genuínos cristãos. É necessário ter intimidade com Jesus, é preciso ter experiência com Ele. Esse versículo mostra que seus irmãos não tinham compreendido a missão do Messias. Desde sua infância Jesus sempre se destacou por sua obediência e por seu desenvolvimento espiritual, Ele nunca deu motivo para que sua santidade fosse colocada em dúvida.
“E o menino crescia, e se fortalecia em espírito, cheio de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele.”
(Lucas 2:40).
Mas o Senhor não provou nada naquele momento pois sabia que não era chegado o tempo, ainda que seus familiares insistissem na ideia de que Jesus sempre estaria “pronto” ou que não existia esse chamado “ O tempo do Pai”.
O versículo 7 deixa explícito porque os irmãos de Jesus não eram odiados como Cristo era. Eles eram parecidos com o mundo, não eram defensores da verdade e nem confrontavam o sistema religioso predominante da época.
Os seus familiares queriam que Jesus fosse a festa, e lá demonstrasse perante todo o povo que de fato Ele era o Messias, mas Jesus diante dessa situação
 (também sabendo que seus irmãos não criam de verdade) preferiu não acompanhá-los até a festa.

Conclusão –
Quanto mais parecidos com Jesus nós sermos, mais afronta iremos receber. O mundo não deve nos amar, pois a bíblia diz que quem se intitular amigo de Deus, se faz inimigo do mundo. O mundo cristão atual está marcado por “estrelismo gospel”, nossos cantores e pastores em sua maioria são aplaudidos pela mídia e convidados para programas de televisão. Sinceramente responda, acha que Jesus, pregando o que pregava, sendo verdadeiro como era, seria aplaudido em programas de TV e amado por todos? Obviamente não. E muito me incomoda o fato do mundo estar “gostando” dos cristãos, pois o que Jesus disse é totalmente ao contrário, se de fato formos como Ele foi, seremos odiados pelo mundo. Fica aqui um pensamento, será que estamos realmente sendo como Jesus?
Outra lição que fica dos versículos lidos é que mesmo que alguém da nossa família ainda não creia e esteja longe de servir a Jesus e reconhecê-lo como seu Salvador, devemos esperar e crer na transformação. Quem convence o homem do pecado é o Espírito Santo, Jesus não forçou seus familiares a crerem, porém seus irmãos que no início desacreditavam tornaram-se ótimos cristãos leia o Livro de Tiago e o de Judas e verás que seus irmãos escreveram dois livros do novo testamento. Tudo é questão de esperar e confiar!

Análise do texto – Vers. 10 ao 29
O Pai deu o sinal depois que os irmãos tinham partido para a Judéia.
A ida de Jesus para Jerusalém em oculto forma um contraste intencional com a
insistência dos seus irmãos para que fosse granjear publicidade. A hora apropriada de entrar publicamente em Jerusalém ainda não chegara; ela veio seis meses depois (veja 12.12ss.). Mas ele já estava despedindo-se da Galiléia, para não mais vê-la antes de sua morte. É muito provável que ele tenha sido
acompanhado pelo menos por alguns discípulos nesta viagem secreta à Judéia,
apesar de eles não serem mencionados diretamente.
  Já em Jerusalém alguns membros do sinédrio O procuram para saber seu paradeiro, fica muito obvio que a festa para muitos fariseus  já não era o foco, pois queriam prender Jesus.
Em contra partida, Os ensinos de Jesus no templo deixava muitos maravilhados, alguns diziam: Como sabe esses letras, não as tendo aprendido? Porém a sabedoria do Senhor Jesus era advinda dos céus, era a sabedoria que vem do alto.
Nos versículos seguintes, fica claro e evidente a “ignorância” de muitos judeus. Eles não conseguiam dizer certamente de onde viria o Messias prometido, ( Leia o versículo 27). Os mestres fariseus, rabinos, escribas em sua maioria deixavam o povo viver sem o verdadeiro conhecimento das escrituras, pois se conhecessem de fato ensinariam o povo ( pois o antigo testamento é claro nesse quesito) de onde viria o Messias, como seria a sua origem, vida e morte. E infelizmente as palavras de Oséias e Isaías voltavam a fazer sentido naqueles dias, leia:
O boi conhece o seu possuidor, e o jumento a manjedoura do seu dono; mas Israel não tem conhecimento, o meu povo não entende.
(Isaías 1:3)
 O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento; porque tu rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim; e, visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos.”
(Oséias 4:6)
Como um povo mal ensinado conseguiria reconhecer o Messias?O parâmetro legal é as escrituras e se não buscamos conhecê-las, jamais conheceremos Deus e a sua vontade.

Análise do texto – Vers. 30 ao 36
Por não conhecer as escrituras e não ter sensibilidade espiritual, era que os fariseus e membros do sinédrio faziam movimentação para tentar prender Jesus na festa. Só não o fizeram porque a maioria do povo se identificava com Jesus, além disso Deus não permitira porque não tinha chegado a hora.

Análise do texto – Vers. 37 ao 44.
No último dia festa dos Tabernáculos , aqui provavelmente é o oitavo da temporada. Pois ao menos nos sete primeiros os sacerdotes marchavam em procissão do poço de Siloé até o templo e, aí chegando, vertiam água ao pé do altar. Os peregrinos que haviam chegado para a festa assistiam a esse ritual, que os judeus espalhados através do mundo romano bem conheciam. Para conservação de sua memória, cenas do evento eram gravadas até mesmo em vasos de argila que os peregrinos, na volta para casa, levavam consigo.  A leitura pública das Escrituras, nessa festa, incluía a única passagem nos profetas que enfatizava essa celebração: Zacarias 14, interpretada em conjunção com Ezequiel 47. Juntos, esses textos ensinavam que rios de água viva fluiriam no templo (pela doutrina judaica no centro mesmo da Terra. Isto é, a partir da pedra angular do templo), trazendo vida nova ao planeta, além da simbologia da água como do derramamento do Espírito sobre toda carne.
Diz a tradição que durante o ritual dos sacerdotes com a água sendo derramada no altar, esses momentos eram acompanhados por canções de júbilo do povo Judeu, com seguida pronuncia dos sacerdotes dizendo: “ Nós cremos que o Messias virá, e quando vier, aquilo que hoje fazemos de forma limitada e reduzida,  é apenas uma amostra apontado o que Ele fará, quando Ele(o Messias) vier, fará com que brote desse altar rios de água viva, essas águas saciarão a nossa sede e dentro de nós rios de águas vivas fluirão.”

Isso justifica o momento e a fala de Jesus perante todos eles:
E no último dia, o grande dia da festa, Jesus pôs-se em pé, e clamou, dizendo: Se alguém tem sede, venha a mim, e beba.
Quem crê em mim, como diz a Escritura, rios de água viva correrão do seu ventre.
E isto disse ele do Espírito que haviam de receber os que nele cressem; porque o Espírito Santo ainda não fora dado, por ainda Jesus não ter sido glorificado.
(João 7:37-39)
Naquele momento esta se cumprindo as escrituras, o Messias estava no meio deles. Esse momento foi tão marcante ao ponto de alguns ressaltarem “ Este realmente é Profeta, é o Cristo!

Análise do texto – Versículos 45 ao 53:
Terminando o seu discurso muitos ficaram impactados com as palavras do Mestre, pois eles nunca tinham ouvido alguém falar com tanto autoridade e unção. Mas em contraste com esse cenário de fé, surgem os fariseus indignados com o fato de não prenderem Jesus. E nesse cenário surge mais uma vez o personagem do capítulo 3 chamado Nicodemos. Lembra que em minha observação sobre o motivo pelo qual Nicodemos foi ter com Jesus era a justiça? Aqui se confirma, pois ele diz no versículo 51: “Porventura nossa lei condena um homem sem primeiro ouvir e sem ter conhecimento do que faz”.
Com um bom fariseu e membro do sinédrio, Nicodemos deveria ter senso de Justiça, porém seus companheiros de ministério não estavam tão interessados em ouvir Jesus e nem agir com verdadeira justiça. Nicodemos pode ouví-lo e saber quem de Fato Jesus era, por isso se pronunciou e não concordou com os outros.

Conclusão –
A lição principal deste capítulo é  que nós não venhamos seguir a Jesus sem conhecê-lo. Não adianta ouvir sobre Ele, e não ter curiosidade e desejo de conhecê-lo mais. Saia da fé superficial e caminhe para a fé sobrenatural. A fé que não está firmadas apenas em discursos bonitos e vazios, mas sim no dia a dia de experiência com o Mestre.
Deus abençoe!
 Pastor Paulo Alves

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